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FICA — Festival Internacional de Cinema Ambiental de Garopaba
Festival de cinema ambiental criado em Garopaba em 2022. Quatro edições realizadas, todas gratuitas, com filmes, debates, oficinas e sessões em escolas.
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Festival de cinema ambiental criado em Garopaba em 2022. Quatro edições realizadas, todas gratuitas, com filmes, debates, oficinas e sessões em escolas.
01O projeto
O FICA é um festival dedicado ao cinema ambiental, realizado em Garopaba, no litoral de Santa Catarina. Entre 2022 e 2025 foram executadas quatro edições, com programação gratuita reunindo exibição de filmes brasileiros e internacionais, debates com convidados, oficinas, atividades educativas e circulação por outras cidades catarinenses.
O festival é anterior à constituição jurídica da Pátria Grande Produções, formalizada em 2024. Ele integra a trajetória do núcleo profissional que deu origem à produtora e é o exemplo mais claro de que a experiência coletiva da equipe precede a existência da empresa. A partir de 2024 o FICA passa a ser conduzido dentro do ecossistema da Pátria Grande, sem que isso reescreva retroativamente as duas primeiras edições.
A ideia de cinema ambiental que organiza a programação é ampla: não se trata apenas de filmes sobre natureza, mas de audiovisual capaz de discutir formas de viver, ocupar e transformar os territórios. Meio ambiente, crise climática, povos, desenvolvimento e as relações entre sociedade e natureza atravessam a curadoria e os debates.
A sessão não encerra a atividade. Exibição, mediação, conversa com convidados e ações formativas fazem parte de uma mesma experiência, e é essa combinação — e não o número de filmes — que define o desenho do festival.
AgoraEdição em andamento
Edição em andamento
O FICA prepara uma nova edição. A proposta aprovada prevê programação gratuita em Garopaba, Paulo Lopes, Imbituba e Florianópolis, com filmes brasileiros, catarinenses e internacionais sobre temas socioambientais, sessões em escolas públicas, oficinas, debates, rodas de conversa, seminário ambiental, exposições fotográficas e show de encerramento. A acessibilidade entra no desenho, não como acréscimo: Libras, audiodescrição, legendagem descritiva e legendas em português para os filmes estrangeiros.
O projeto foi aprovado na Lei Rouanet com o título 6º Festival Internacional de Cinema Ambiental de Garopaba (PRONAC 261904), no Artigo 18, e está autorizado a captar recursos desde abril de 2026. Aprovação não é execução: as metas de público e de programação inscritas no projeto são previsão e só entram no portfólio quando acontecerem. As quatro edições já realizadas, de 2022 a 2025, estão na página do festival.
02Conceito
Origem. O FICA nasceu em 2022, em Garopaba, a partir da experiência de profissionais que já vinham integrando equipes de festivais de cinema ambiental no Brasil e no exterior. A primeira e a segunda edições acontecem antes de a Pátria Grande Produções existir juridicamente: são parte da história do núcleo que depois formalizaria a produtora, e devem ser lidas assim.
Proposta. Colocar em circulação, de forma gratuita, produções nacionais e internacionais que tratam de meio ambiente, crise climática, territórios, povos e modelos de desenvolvimento — e criar, em torno delas, espaço público de debate. O recorte curatorial trata o cinema ambiental como um campo amplo, que inclui conflitos territoriais, modos de vida e disputas sobre o que se entende por desenvolvimento.
Metodologia. Cada edição combina exibições, debates com convidados e especialistas, oficinas, atividades educativas com escolas e circulação por diferentes cidades. A programação é construída para que o filme seja o início de uma conversa, não o fim da atividade. A gratuidade e a descentralização territorial são condições do projeto, não consequências dele.
Público. Moradores das cidades onde o festival acontece, estudantes alcançados pelas sessões e atividades escolares, realizadores, pesquisadores e convidados dos debates. As fontes consultadas descrevem esse público de forma qualitativa; não há, nos materiais verificados, contagem de público por edição.
03Execução
Primeira edição do festival, em Garopaba. Cristovam Muniz assina a direção geral. A execução é anterior à formalização da Pátria Grande Produções e integra a trajetória do núcleo que deu origem à produtora. Os materiais consultados não trazem programação, número de filmes, número de sessões ou registro de público desta edição.
Continuidade e ampliação da estrutura. Giulia Giacomolli entra na equipe como produtora executiva; Cristovam Muniz permanece na direção geral. Thais Alemany registra, no mesmo ano, projeção de cinema ao ar livre para o festival. O currículo de Giulia descreve esta edição como um festival de seis dias, com aproximadamente 30 filmes distribuídos em 30 exibições, além de debates, oficinas e eventos paralelos — descrição que os currículos de Flávio Veloso e o relatório-base atribuem à edição seguinte.
Edição de cerca de seis dias, com aproximadamente 30 filmes distribuídos em 30 exibições, além de debates, oficinas e ações paralelas. Projeto contemplado pelo Prêmio Catarinense de Cinema. Direção geral de Cristovam Muniz; Flávio Veloso como curador e oficineiro; Thais Alemany na produção executiva e produção. É também o ano em que a Pátria Grande Produções é formalizada em Florianópolis, e a edição consolida o festival como projeto de referência do núcleo no campo do cinema ambiental.
Edição gratuita realizada em novembro de 2025, com programação ambiental internacional. Registros institucionais apontam aproximadamente 22 filmes provenientes de 11 países, com atividades em Garopaba e circulação por outros territórios catarinenses. Projeto contemplado em segundo lugar no Circuito Catarinense de Cultura (edital nº 50/2024, Fundação Catarinense de Cultura). Flávio Veloso assina como proponente, coidealizador, diretor de programação e oficineiro; Cristovam Muniz na direção de curadoria; Thais Alemany na produção executiva e produção.
RegistroNúmeros com fonte
04Território
Garopaba e outras cidades de Santa Catarina
05Ficha técnica
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