Pátria Grande Produções

ProjetosCineclube

Cineclube Pátria Grande

O cineclube que leva o nome da produtora: sessões gratuitas ao ar livre e curadoria voltada à América Latina.

SituaçãoRealizado
CategoriaCineclube
Execução2024–2025
TerritórioFlorianópolis
FomentoPrêmio Catarinense de Cinema

01O projeto

É o projeto que carrega o nome da produtora e funciona como síntese da sua filosofia cineclubista: cinema gratuito, ao ar livre, com debate, em territórios que ficam fora do circuito de exibição da cidade.

O ciclo de 2024 reuniu dez exibições ao ar livre em tela de 16 m², com debates, concentradas no Rio Vermelho e nos Ingleses, no norte da Ilha de Santa Catarina. Entre elas há registro de sessões na comunidade do Siri, nos Ingleses, e na Educação Quilombola do Morro da Queimada, no Centro.

Em 2025 o cineclube continuou a realizar sessões gratuitas, com curadoria voltada especialmente à América Latina — problemas, soluções, lutas, experiências sociais e formas de resistência dos povos do continente — e com registro de sessões periódicas no Bugio Centro.

As duas execuções foram feitas com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema, sob direção geral de Cristovam Muniz.

02Conceito

A América Latina como linha curatorial

Origem — O Cineclube Pátria Grande foi executado pela primeira vez em 2024, no mesmo conjunto de cineclubes contemplado pelo Prêmio Catarinense de Cinema. Leva o nome da produtora e concentra sua linha editorial: é onde a filosofia cineclubista da casa aparece inteira.

Proposta — Formar público para o cinema latino-americano fora da sala de cinema. A curadoria trata a América Latina como assunto contemporâneo — lutas, experiências sociais, formas de resistência, história e memória —, e não como recorte geográfico de programação.

Metodologia — Projeção ao ar livre em tela de 16 m², dentro do bairro ou do espaço comunitário, seguida de debate, com oficinas associadas. Em 2025 o formato ganhou também sessões periódicas em espaço cultural independente, no Bugio Centro, criando frequência regular além do ciclo.

Público — Moradores do Rio Vermelho, dos Ingleses e da comunidade do Siri; estudantes e comunidade da Educação Quilombola do Morro da Queimada; e, nas sessões do Centro, público de circulação urbana. O caráter crítico do projeto aparece pelas imagens, pelos filmes e pelos registros do público, não por sinalização política ostensiva.

  • sessões de cinema ao ar livre
  • debates
  • oficinas
  • curadoria latino-americana
  • mediação

03Execução

O que já aconteceu

Só entram aqui edições e ações efetivamente realizadas.

  1. 2024

    Ciclo no norte da Ilha

    Dez exibições ao ar livre em tela de 16 m², com debates, concentradas no Rio Vermelho e nos Ingleses, com destaque para sessões na comunidade do Siri (Ingleses) e na Educação Quilombola do Morro da Queimada (Centro). Execução com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema — Edição Especial Lei Paulo Gustavo. Direção geral de Cristovam Muniz; coidealização, oficinas e fotografia still de Flávio Veloso; produção executiva de Tayná Oliveira.

  2. 2025

    Curadoria latino-americana e sessões no Bugio Centro

    Nova execução com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema 2024. Registros públicos descrevem uma curadoria voltada especialmente à América Latina — problemas, soluções, lutas, experiências sociais e formas de resistência dos povos do continente — e sessões periódicas no Bugio Centro. Direção geral de Cristovam Muniz; produção executiva e oficinas de Flávio Veloso. O número de sessões e as datas desta execução não estão confirmados nos documentos consultados.

RegistroNúmeros com fonte

O que está documentado

Cada número traz a origem do dado. Onde não há registro consolidado, o site não apresenta número.

  • 10exibições ao ar livre no ciclo de 2024Currículo de Flávio Veloso (jan/2026) e currículo de Tayná Oliveira.
  • 16 m²tela de projeção usada nas sessões de 2024Currículo de Flávio Veloso (jan/2026), currículo de Tayná Oliveira e relatório-base, §15.

04Território

Onde aconteceu

Rio Vermelho e Ingleses, no norte da Ilha de Santa Catarina, com sessões registradas na comunidade do Siri (Ingleses) e na Educação Quilombola do Morro da Queimada (Centro). Em 2025, há registro de sessões periódicas no Bugio Centro.

05Ficha técnica

Equipe e fomento

Créditos documentados. Os créditos completos por edição estão em consolidação.

Direção geral
Cristovam Muniz (2024–2025)
Coidealização, oficinas e fotografia still (2024); produção executiva e oficinas (2025)
Flávio Veloso (2024–2025)
Produção executiva
Tayná Oliveira (2024)
Suporte técnico às exibições, oficinas, organização e atividades formativas
Lennon da Silva Rocha (2024–2025)
Fomento
Prêmio Catarinense de Cinema — Edição Especial Lei Paulo Gustavo (edital de 2023; execução em 2024)
 
Prêmio Catarinense de Cinema 2024 (execução em 2025)

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