ProjetosCineclube
Cineclube Educa Ambiental
Cinema e educação ambiental no Rio Vermelho: dez sessões ao ar livre com debate, levadas ao bairro em vez do centro.
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Cinema e educação ambiental no Rio Vermelho: dez sessões ao ar livre com debate, levadas ao bairro em vez do centro.
01O projeto
O Educa Ambiental faz em escala de bairro o que os festivais da equipe fazem em escala de evento: coloca meio ambiente, território e cinema na mesma conversa. A diferença está no endereço. Em vez de concentrar a discussão ambiental em um grande festival, o cineclube leva filmes e debates diretamente para onde as pessoas moram.
O ciclo de 2024 se concentrou no Rio Vermelho, no norte da Ilha de Santa Catarina, com dez exibições ao ar livre em tela de 16 m², seguidas de debate. A execução foi feita com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema.
Em 2025 o projeto teve nova execução, com recursos da Fundação Catarinense de Cultura pelo Circuito Catarinense de Cultura — Política Nacional Aldir Blanc, mantendo a linha de cinema ao ar livre, debate e oficinas.
A condução do projeto reúne curadoria e educação ambiental: Cristovam Muniz responde pela curadoria nas duas execuções, Flávio Veloso pelas oficinas, fotografia e produção executiva, e Eron Nascimento — professor e consultor ambiental — consta como diretor do cineclube.
02Conceito
Origem — O Educa Ambiental foi coidealizado por Cristovam Muniz e Flávio Veloso e integra a leva de cineclubes executados em 2024 com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema. Eron Nascimento, graduado em Ciências Sociais, especialista em Educação e consultor ambiental, consta em sua mini-biografia como diretor do cineclube em Florianópolis.
Proposta — Tratar educação ambiental como assunto público e cotidiano, e não como conteúdo escolar. O filme é a porta de entrada; o debate é onde o tema encontra a experiência de quem mora ali.
Metodologia — Projeção ao ar livre em tela de grande formato, dentro do bairro, com debate após cada sessão e oficinas associadas. A curadoria conecta a pauta ambiental a questões concretas de território, e não a um discurso ambiental genérico.
Público — Moradores do Rio Vermelho e do entorno. O projeto trabalha em território periférico, fora do circuito de exibição da cidade, onde a sessão gratuita ao ar livre é, para boa parte do público, a forma disponível de ver cinema.
03Execução
Dez exibições ao ar livre em tela de 16 m², com debates, no bairro periférico do Rio Vermelho. Execução com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema — Edição Especial Lei Paulo Gustavo. Coidealização e direção de curadoria de Cristovam Muniz; coidealização, oficinas e fotografia still de Flávio Veloso; produção executiva de Tayná Oliveira.
O cineclube voltou a ser executado com recursos da Fundação Catarinense de Cultura, pelo Circuito Catarinense de Cultura — Política Nacional Aldir Blanc. Cristovam Muniz assina a coordenação de curadoria e Flávio Veloso, a produção executiva e as oficinas. O número de sessões, as datas e os locais desta execução não estão confirmados nos documentos consultados.
RegistroNúmeros com fonte
04Território
Rio Vermelho, bairro periférico do norte da Ilha de Santa Catarina. O ciclo foi montado dentro do bairro, e não em equipamento cultural do Centro.
05Ficha técnica
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